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30. abr, 2018

     Burocracia, por definição, é a administração da coisa pública por funcionários sujeitos à hierarquia, a regulamentos rígidos e a uma rotina infexível. É a grande influência de uma estrutura complexa de departamentos nos trâmites administrativos. O poder excessivo da burocracia complica e torna moroso o desempenho do serviço público. O burocrata empedernido, imbuído da importância do cargo que ocupa, abusa de sua posição nos contatos com o público. Faz-se importante pelas dificuldades que impõe aos postulantes. Criam-se situações que induzem ao suborno e à propina. É um dos meios de cultura da corrupção. A centralização decisória alimenta a burocracia.

     O Brasil historicamente sofre deste mal. Desde os alvarás régios até os alvarás de localização para qualquer atividade, foram séculos de cultura controladora por parte do Estado. Pagar para poder trabalhar e facilitar o controle e a tributação foi a filosofia vigente. O excesso de exigências habilitadoras inibe a criatividade do povo e conduz ao informalismo. Já tivemos o Ministério da Desburocratização, criado no último governo do regime militar e que, apesar dos planos e boas ideias do ilibado Hélio Beltrão, o novo ministro cansou-se com as intrincadas questões e não conseguiu desburocratizar o país. O ministério foi logo extinto. Temos pagado caro pela carga de burocracia que carregamos através dos tempos.

     Ainda é necessário aumentar o valor dos produtos que exportamos, aliviando a sina colonialista de sermos exportadores de commodities agrícolas e minérios e para que isso ocorra de modo rápido e eficaz, é fundamental a ação da pesquisa e o desenvolvimento de ciência e tecnologia para os sistemas de produção, bem como mais investimento em capacitação de mão de obra. Ocorre que esta área está ligada basicamente ao governo, por meio de seus órgãos, como CNPq, BNDES, etc e seus agentes, ainda pesadamente burocratizados. 

     Exemplo de sociedade desburocratizada e criativa é Cingapura, pequena ilha com área territorial 400 vezes menor que o Rio Grande do Sul, que se tornou a capital financeira e comercial do sudeste asiático, posição conquistada com investimento no homem e na ciência, sendo hoje um grande polo de produção de plataformas submarinas.

      Existe uma assertiva que diz ser a burocracia antagônica à democracia.

     

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25. abr, 2018

1.   A lei de De Gaulle:  "As  promessas  só  comprometem  aqueles  que  as recebem".

2.   A lei de John Randolph, ex deputado e senador norteamericano pelo estado de Virgínia:  "O mais delicioso dos privilégios é gastar o dinheiro dos outros".

3.   A lei de Getúlio Vargas: "Os ministérios se compõem de dois grupos: um formado por gente incapaz e outro por gente capaz de tudo".

4.    A lei de Homero: "Agamenon é pastor do povo. Como tal, proteje os rebanhos, mas também tosquia a lã e come a carne do carneiro".

5.    A lei de Bismarck: "As leis são como as salsichas: é melhor não ver como elas são feitas".

6.    A lei de Nelson Rodrigues: "Toda coerência é, em princípio,  suspeita". 

7.   A lei de Hubert Humphrey, vice-presidente na administração de Lindon Johnson: " É verdade que há vários idiotas no Congresso. Mas os idiotas constituem boa parte da população e devem estar bem representados".

8.    A lei de Montesquieu: "O político deve buscar sempre a aprovação, porém jamais o aplauso".

9.   A lei de King Murphy: "Não estão seguras a vida, a liberdade e a propriedade de ninguém enquanto a Legislatura estiver em sessão".

10.  A lei do ex-governador Mario Cuomo, de Nova Iorque: "Faz-se campanha em poesia e governa-se em prosa".

11.  A lei Campos-Merquior: "A política é a arte de fazer hoje os erros de amanhã, sem esquecer os erros de ontem".

Esta compilação das 11 "leis" surgiu em uma reunião do ex-senador Roberto Campos e seu colega José Guilherme Merquior, na época conselheiro da Embaixada do Brasil em Londres, que tiverem a ideia de escrever uma paródia às Leis de Kafka". 

 

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25. abr, 2018

 

 


  

A característica principal deste Projeto é justamente ser aberto a músicos e artistas que desejam conhecer e integrar-se a uma cultura diferente da nossa e, porisso mesmo, contendo um certo desafio a todos que gostariam de conhecê-la mais intimamente e, como consequência, poder praticá-la em suas diversas modalidades.

 

 

O conhecimento, estudo e apreciação da música indiana nos faz entrar em outro mundo, causam certa estranheza e perplexidade nas primeiras audições, pois nossos ouvidos precisam adaptar-se aos arranjos tão diferentes dos padrões ocidentais a que estamos acostumados, principalmente a música “clássica” indiana, com seus "ragas" e ritmos peculiares.

Nosso grupo pretende realizar um trabalho que, sem a pretensão de ser inédito, possa ser integrador, experimental, tentando trazer essa música oriental para uma cultura ocidental e, especificamente, para nossa região. Por outro lado, nossa tão variada música brasileira, regional, latinoamericana, etc, será tocada em instrumentos orientais, o que permite uma fusão que nos parece interessante, sempre respeitando as características fundamentais de cada cultura.

 

Quanto ao grupo musical, as  melodias  são  executadas  por sitar indiano, comumente conhecido por “cítara”, embora este seja um outro instrumento,  de origem europeia, de  uma  outra  família de cordas), por percussão (tablas  ou  outros  apropriados  ao  estilo que esteja sendo executando, como o derbak árabe, etc)  e  uso do harmonium indiano.

 

Entretanto, todo e qualquer instrumento musical é benvindo, pois trata-se de um projeto aberto, integrador.

 

E, para a identificação  deste projeto  que nasceu aqui, em  nossa Rio Grande, cidade importante na arte musical e demais culturas, o grupo leva  o  nome da cidade de modo singular, integrando, no seu  logotipo, seu  nome   com   a  tradicional  e   milenar  cultura indiana, onde se pode ler, num  dos  mais belos e  antigos idiomas da Humanidade - o sânscrito:

                                                         Rio Grande / Músicos  Alegria  Paz

 

 


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